
Não serei eu a dizer-te o valor que tenho, se não és capaz de reconhecê-lo. Não me parece que possuas tão pouco discernimento a ponto de não pensar nas conseqüências de tuas próprias palavras. E não creio que haja sentimento suficiente capaz de fazer com que ofensas não gerem mágoas.
A liberdade não é dada para ser invadida. A relação não é construída já pensando em seu fim. Assim como o respeito a uma pessoa não tem de ser pedido. E se não sabes disso ainda hoje, não ficarei a esperar pelo que virá.
O que falta em mim é justamente o que tens em excesso: confiança. E se te aproveitas do que não sei para te auto-promoveres, talvez já não haja razão para que eu esteja aqui. Tu não estás preparado e não sabes valorizar o que tens. Tampouco pensas no que preciso, além do óbvio, é claro.
Sabes que tenho muito a aprender, mas não será da maneira como queres. Isso certamente não será. Falta-te educação, nada mais. E que coincidência; é mesmo o que tenho de sobra!
